Desculpe a todos pela postagem de hoje, mas o meu carinho transborda pela minha alma e eu não consigo evitar que tal homenagem apareça no blog…

São quase seis anos juntos e junto com eles se vão choros, ansiedade, felicidade, risos, brincadeiras e outras “cositas” mais…

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Brincadeira de criança: Resposta ao texto de Lu é uma diversão mesmo gente.

http://lucianaamancio.wordpress.com/2008/08/29/a-torcida-tricolor-e-massa/

“Eu sou leão da barra tradição. Eu sou vermelho e preto, eu sou paixão… Eu sou um nome na História, eu sou vitória com emoção. Eu sou um grito de glória, eu sou vitória de coração”. Para que um peito de aço, se eu sou o rei da selva. Aqueles que temem a minha imposição, sabem o poder de sobrevivência que possuo. Para aqueles que não sabem, nasci com o coração rubro-negro. Sofredor, nunca. Imbatível, sempre.

Nós, os leões da barra possuímos um território próprio, conquistado com suor. Somos donos de um espaço que hoje é desejado pelos inimigos. Oponentes estes, que se denominam como o homem de aço… Hoje eles continuam sobrevoando, por territórios vizinhos procurando um espaço para “tentar” sobreviver que nem nós, os leões.

Somos campeões, em tudo. Por que vencer está no nosso nome, no nosso sangue, na nossa torcida… Lutar é nosso espírito, por que o nosso grito (lê-se rugido) é o maior dos maiores, é melhor dos melhores e o mais elegante que já existiu.

Jéssica Brandão

Perfeição. Expressão utilizada pela China para demonstrar as belezas que cercam este país. Com um show de imagens, tecnologia, expressão corporal e criatividade, a China deu início a abertura dos jogos olímpicos de 2008 em Beijing.

Depois de quatro anos de espera, 13 meses de ensaio e mais de 42 Bilhões de dólares investidos nesta festa. Este país ainda cheio de mistérios, declara ao mundo o crescimento econômico dos últimos anos.

Numa nação onde há controvérsias políticas e falta de tranparência nas informações, não houve grandes discussões em questão da quantia investida. Tanto dinheiro gasto, nas olímpiadas mais cara da história, demonstra as novas belezas estruturais das instalações olímpicas.

Polêmicas a parte, o dinheiro investido proporciona ao mundo uma nova visão desta China tão fascinante. Agora com os jogos oficialmente aberto, é só torcer e esperar uma coleção de melhadas olímpicas para o Brasil.

Jéssica Brandão

Diante da janela,

Voam-se os pensamentos,

e a poesia do momento revelam os meus sonhos…

Viro-me e vejo:

A menina atrás do espelho,

E a imagem  não reflete mais aquilo que já fui.

O presente…

É uma lembrança das rugas existente.

Jéssica Brandão

De degrau em degrau, passando sobre várias cortinas de sisal, ao som muito típico do berimbau e das cantigas de roda, a Caixa Cultural de Salvador apresenta a exposição ‘Vem jogar mais eu camará: Uma história da capoeira baiana 1940 – 1980’.

Realizando a representação do cenário no qual surgiu esta luta, a exposição retrata a história, legalização e afirmação da capoeira na Bahia, mostrando o surgimento desta manifestação cultural, através dos mais variados arquivos, que variam desde fotografia, a jornais e vídeos.

Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de visitar está obra de arte, fica aí então o convite cultural desta semana. A exposição pode ser vista até o dia 03 de agosto, de terça a domingo, das 9h as 18h. A Caixa Cultura de Salvador fica localizada na rua Carlos Gomes, nº 57, centro da cidade. Maiores informações pelo telefone (71) 3322-0228 ou pelo site: www.caixacultural.com.br.

 

Por: Jéssica Brandão

 

A cidade está mais triste desde que você se foi,

o céu está cinzento e as nuvens não param de chorar.

A natureza ficou apática,

os pássaros não cantam,

o sol não brilha,

as estrelas e a lua se escondem,

as flores não estão mais com o perfume e as cores de antes…

Os meus olhos já não conseguem ver a beleza do mundo,

no meu coração a saudade vai se corroendo e contorcendo até o dia que tu meu grande amado voltarás.

Ah perfume! Esse cheiro nostálgico me chama,

E a memória reconstrói o retrato do amor.

Jéssica Brandão

Quem nunca conjugou este verbo, que atire a primeira pedra.

 

Eu julgo

Tu julgas

Ele julga

Nós julgamos

Vós julgastes

Eles julgam

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    Entendo, aceito e acho fabulosa a idéia do primeiro emprego. Oferecer oportunidade aos jovens que estão engressando no mercado de trabalho aos 16 anos é maravilhoso, palmas ao projeto “jovem aprendiz“. Entretanto, na minha concepção de mercado, o que falta é qualificação de mão de obra e não pessoas que façam o trabalho braçal por um preço mais em conta.
    Conheço pessoas que foram Profissionalizadas para área de desing gráfico atráves do projeto inicial, e hoje são profissionais de altíssima qualidade. Além da preocupação em ensinar uma profissão a estes jovens, o projeto se preocupava também com a formação do cidadão que estaria participando do mundo.
    Hoje, pelo menos numa instância menor, existem jovens que são abraçados pelo projeto para seram empregado numa Mac Donald’s da vida. O que vocês me dizem sobre esta exploração de mão de obra, feita por uma empresa que é símbolo do neoliberalismo… Agora me digam o que será do futuro desse mais novo atendente, por que pelo que me consta, sem menosprezar os profissionais da área, ainda não existe ensino superior para esse tipo de profissão.

Jéssica Brandão

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