Faço e penso numa política romântica e infantil para o meu país. Se política romântica significa lutar por um Brasil melhor e mais justo, então sou romântica até a alma. E se política infantil, é igual a sonhar com mudanças sociais que transformem a sociedade, então serei uma eterna criança.
Sou uma criança romântica, que traça uma ideologia política para transformar a base social do MEU PAÍS, pois é através da base que devemos construir as mudanças. Não quero, nem pretendo ser um fantoche de manipulação do poder. Sou Juventude, e somos nós da juventude que devemos ser contrários a determinadas estratégias governamentais, estratégias estas, utilizadas para que a gente continue com a politicagem daqueles que utilizam do poder para defender o seu próprio interesse.
O Iraque e o Haiti é mesmo aqui, quando sinto que estou sendo bombardeada por milhões de idéias, que me fazem lembrar que nem tudo na vida pode passar por mudanças, transformações, revoluções. Cadê a minha voz? O meu espaço? O meu lugar?
Sinto-me perdida, num mundo onde não se pode discutir política, afinal como o próprio sistema já diz, existem três coisas no mundo que não se discutem: política, futebol e religião. Fico imaginando quem propagou esta frase. Mas o que me incomoda definitivamente é ter que fingir que não existe nada demais por trás desta idéia. Está aqui o meu desabafo do dia, escrevo hoje mais um idéia para tentarmos revolucionar o mundo das palavras. “Ordem e Progresso”

Jéssica Brandão