Abril 2007


Depois de mais de sete anos esperando resultado, finalmente conseguiram achar o asfalto que foi roubado daqui da minha rua. De duas uma: ou o bandido se entregou por que estava arrependido do crime, ou finamente a policia conseguiu achar o culpado pelo roubo.
Graça a Deus que conseguiram fazer ele devolver todo o pertence furtado.
Na integra:
Algumas pessoas que estavam por trás dos bastidores, insiste em afirmar que o asfalto foi encontrado ainda sobre a posse do bandido, e que todo objeto estava dentro dos bolsos do criminoso.

Jéssica Brandão

Bruno Viana, militante do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e presidente do grêmio do Colégio Estadual Rafhael Serravale, foi eleito no dia 8 de março para ajudar na reforma no estatuto do colegiado das escolas da Bahia. Convocados pela Secretaria Estadual de Educação (SEC), alunos, pais, professores e funcionários das escolas públicas de Salvador e região metropolitana, compareceram ao colégio estadual Deputado Manoel Novais, no Canela, para eleger representantes que reformarão a legislação do colegiado.

A reunião, dirigida por Andréia Liger, Antônio Carlos Silva e Thelmann Voltina representantes da SEC e membros da Supave, teve início com declarações dos presentes. Ari Junior, secretário geral da Associação Baiana Estudantes Secundaristas (ABES) e membro da juventude do PSB, fez questão de enfatizar que “as entidades não conseguem abranger todas as escolas, por isso a importância de colegiados e grêmios ativos, com reuniões freqüentes, trabalhando em conjunto por um ambiente escolar melhor”.

Durante o encontro, pais, alunos e professores demonstraram preocupação com a situação da educação baiana. Alguns sinalizaram os problemas dos colégios que estavam representando e se mostravam dispostos a trabalhar em parceria com a escola para possíveis mudanças.

Antes de iniciar a escolha das pessoas que formariam a comissão responsável pela reforma da legislação, Antônio Carlos destacou a importância de se ter membros que tivessem representatividade perante a comissão: “Existe reuniões para a reforma, mas por não ter representantes de pais e alunos para compor a comissão, foi convocada esta reunião”.

Depois de um consenso geral, houve a eleição da comissão. Primeiro aconteceu a seleção dos delegados Bruno Viana, presidente do grêmio do Colégio Estadual Raphael Serravale, e Rita Lopes, membro do colegiado do Colégio Estadual Marquês de Maricá. Depois foram escolhidos os suplentes Moisés Azevedo, aluno do colégio Estadual Cleriston Andrade, e Ferlinda Pereira, membro do colegiado do Colégio Estadual Preciliano Silva.

Os delegados e suplentes participarão da reforma do estatuto do colegiado juntamente com os membros da Secretaria. As reuniões acontecerão todas as sextas-feiras, no CAB, das 9h às 12h. Eles serão responsáveis pela prestação de contas do estatuto, que deverá ficar pronta antes de agosto de 2007, quando ocorrerão as eleições do colegiado escolar.

PerspectivasCom a formação de uma comissão para modificar o estatuto do colegiado, pode-se pensar no futuro das escolas públicas. Quem sabe, imaginar realmente em educação com centros de estudos, qualidade pedagógica e estrutura física voltada para as necessidades dos alunos. Esse é o sonho de Ari Junior, que afirma: “Essa etapa é o início das mudanças que tornará o futuro da nossa educação brilhante”.e, foi eleito no dia 8 de março para ajudar na reforma no estatuto do colegiado das escolas da Bahia. Convocados pela Secretaria Estadual de Educação (SEC), alunos, pais, professores e funcionários das escolas públicas de Salvador e região metropolitana, compareceram ao colégio estadual Deputado Manoel Novais, no Canela, para eleger representantes que reformarão a legislação do colegiado. A reunião, dirigida por Andréia Liger, Antônio Carlos Silva e Thelmann Voltina representantes da SEC e membros da Supave, teve início com declarações dos presentes. Ari Junior, secretário geral da Associação Baiana Estudantes Secundaristas (ABES) e membro da juventude do PSB, fez questão de enfatizar que “as entidades não conseguem abranger todas as escolas, por isso a importância de colegiados e grêmios ativos, com reuniões freqüentes, trabalhando em conjunto por um ambiente escolar melhor”. Durante o encontro, pais, alunos e professores demonstraram preocupação com a situação da educação baiana. Alguns sinalizaram os problemas dos colégios que estavam representando e se mostravam dispostos a trabalhar em parceria com a escola para possíveis mudanças. Antes de iniciar a escolha das pessoas que formariam a comissão responsável pela reforma da legislação, Antônio Carlos destacou a importância de se ter membros que tivessem representatividade perante a comissão: “Existe reuniões para a reforma, mas por não ter representantes de pais e alunos para compor a comissão, foi convocada esta reunião”. Depois de um consenso geral, houve a eleição da comissão. Primeiro aconteceu a seleção dos delegados Bruno Viana, presidente do grêmio do Colégio Estadual Raphael Serravale, e Rita Lopes, membro do colegiado do Colégio Estadual Marquês de Maricá. Depois foram escolhidos os suplentes Moisés Azevedo, aluno do colégio Estadual Cleriston Andrade, e Ferlinda Pereira, membro do colegiado do Colégio Estadual Preciliano Silva. Os delegados e suplentes participarão da reforma do estatuto do colegiado juntamente com os membros da Secretaria. As reuniões acontecerão todas as sextas-feiras, no CAB, das 9h às 12h. Eles serão responsáveis pela prestação de contas do estatuto, que deverá ficar pronta antes de agosto de 2007, quando ocorrerão as eleições do colegiado escolar. Perspectivas Com a formação de uma comissão para modificar o estatuto do colegiado, pode-se pensar no futuro das escolas públicas. Quem sabe, imaginar realmente em educação com centros de estudos, qualidade pedagógica e estrutura física voltada para as necessidades dos alunos. Esse é o sonho de Ari Junior, que afirma: “Essa etapa é o início das mudanças que tornará o futuro da nossa educação brilhante”. Jéssica Brandão

Aconteceu no dia 31 de março, às 10h, na sede do Partido Socialista Brasileiro (PSB), um debate sobre a redução da maioridade penal. O evento “Café com política” foi organizado pelo presidente da Juventude Socialista Brasileira (JSB) Rodrygo Coelho, 20 anos.O debate contou com a presença de alguns especialistas e de deputados do PSB.
Com objetivo de informar e esclarecer dúvidas sobre a redução da maioridade, o debate realizado no partido levantou uma discussão que está em foco no Brasil. A redução da maioridade penal, discutida desde a morte do menino João Hélio promoveu uma debate para esclarecer as leis presentes no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o seu funcionamento.
Fornecendo dados sobre a violência brasileira e questionando os problemas educacionais do país, a assessora da Secretaria de Justiça Vera Leonelli, 59 anos, afirmou que este problema social não deve ser resolvido com base na questão emocional que envolve a morte de João: “Querem usar o sistema do talião, isso é vingança, vamos ser violentos porque é isto que nos satisfaz”.
Durante todo o debate, os palestrantes deixaram clara a posição de serem contra a redução da maioridade penal. “Não é a redução que vai resolver a criminalidade”, declarou o advogado e professor do Cedeca Artur Reis, 32 anos, depois de expor que existem leis no ECA que são bastante eficazes. A falha está, segundo Reis, na maneira como é aplicada a punição sobre estes jovens.
O problema de se reduzir a idade penal no Brasil não é tão simples como a sociedade supõe. Hoje o país necessita investir em medidas sócio-educativas para modificar a estrutura social do país. Este é o nosso compromisso, foi o que ressaltou Solisângela Montes ao declarar que: “Nós não vamos ter futuro sem educação da juventude”.

Recomendo que os leitores dê uma olhada no Estatuto da Criança e do Adoslecente e também no texto da minha amiga Lizia Sena, http://liusena.wordpress.com/

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Jéssica Brandão

Dizem que a globalização assola toda a humanidade. Quem disse isto tinha toda razão, e com certeza deve ter conhecido o Rio Sonrisal, porque só ele mesmo para aliviar os problemas congestionados pelo processo industrial.

Jéssica Brandão

O mundo tecnológico, mesmo com seus problemas e imperfeições possui o seu lado positivo. Hoje graças a uma bomba de informações as pessoas estão mais instruídas e conscientizadas. Todos esses fatores influenciam diretamente na estrutura física do ser humano. A massa corporal desenvolve-se na academia endurecendo os músculos. Os tratamentos medicinais previne ou retarda doenças. Os idosos de amanhã não serão tão históricos como os de ontem. Talvez seus netos não tenham tantos privilégios. Não ouças aquelas historias antigas que só os avós tem pra contar. Aquele abraço fofinho decorrente da falta de academia e pelas rugas assumidas com tanto orgulho. Enfim aquelas historias de pescador que só as pessoas antigas sabem contar. É uma pena, é triste mesmo, que essas origens do passado estejam sendo modificadas. Desculpe a todos, mas felizmente eu ainda tenho uma bisavó de contos de fadas, com certeza ela é ainda melhor do que muitas existentes por ai, melhor até que a dona Benta estereotipada pelo mundo moderno, e talvez seja por isso que ela seja minha avó.

Jéssica Brandão

As palavras saem do pensamento e as frases são formadas à medida que os meus dedos tocam o teclado. Como e sobre o que, só o meu chefe poderá dizer.
Quando escolhi dedicar minha vida ao jornalismo, achei que seria tudo um conto de fadas, escreveria sobre as coisas que poderiam fazer a diferença neste mundo e sobre assuntos que fossem de interesse da população. Nunca pensei na possibilidade de ter que trabalhar em veículos de comunicação que divulgam idéias sensacionalistas e oportunistas. Também não cogitei a idéia de mascarar fatos cotidianos e omitir assuntos que comprometessem a burguesia do meu país. Hoje vejo que estes sonhos não passam de uma simples ideologia juvenil.
A vida dá voltas, é verdade. E é com essa esperança que tento imaginar, o que e pra quem eu quero escrever. Infelizmente, as palavras não atingem a todos, mas eu quero escrever crendo no poder da libertação. Quero escrever para quebrar a alienação intelectual, para confortar os desesperados, para fazer justiça social, para encantar as pessoas, destruir regimes corruptos e escrever na ilusão de que as palavras poderão trazer conhecimento.
Uma vez li uma frase de Clarice Lispector que dizia que, na verdade, a gente escreve na intenção de desabrochar. No dia que vi esta colocação, achei uma mentira, loucura de uma das maiores escritoras brasileiras, hoje vejo um fundo de verdade nessa história, acredito que quando a gente desabrocha as pessoas reparam nesta metamorfose e, querendo ou não, sempre desfrutam desse crescimento.
Quero desabrochar na intenção de trazer mais flores a este mundo. De colorir a imaginação, despertar os sonolentos, provar novos sabores presentes na literatura, renovar as roupas do verão passado e, quem sabe, viver um novo Romance estilo Romeu e Julieta.
Apesar do terrorismo capitalista que assola os veículos de comunicação, creio que pelo menos em um dia de vida, todos os escritores conseguem pôr em prática a grande obra que retrata sua arte literária. Vi certa vez na revista Caros Amigos e tenho quase certeza de que não esquecerei: “No dia que um escritor se tornar um conformista, estará liquidado. A palavra é instrumento da ação”.
Talvez esse ideal seja apenas expectativa de uma pessoa que não se conformou ainda com este mundo, este sonho é apenas um desejo de um aprendiz que espera atentamente que a revolução aconteça de dentro pra fora, através do intelecto.

Jéssica Brandão