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Histórias da vida 1 Comment
Com o tempo tudo muda na vida da gente, as obrigações vão aumentando, o tempo fica corrido, as tarefas ficam diferente e, em certos casos as obrigações passam a exigir mais de cada um. E é partindo dessa idéia que eu começo acreditar que com esse conjunto de coisas as pessoas e seus pensamentos passam e começam a mudar…
É triste ver o quanto nos enganamos, e é triste ver também como o mundo vira de pernas pro ar e a cabeça começa a dar um nó quando as coisas não acontecem desse jeito. Experiência de pessoas vividas me diziam e sempre me fez constatar que de certo modo estou na estrada certa, e que eu consegui levar tudo que eu preciso na minha bagagem, pois são esses pequenos valores que irão me levar ao topo do mundo. Quero deixar claro aqui, que ninguém deve se enganar, e achar que sabemos o suficiente para poder andar nessa estrada tão longa que é a vida, devemos esta sempre acrescentando algo nessa bagagem, e o mais importante, precisamos reconhecer que quando ela ficar pesada é porque esta na hora de abrir mão de algo, talvez até mesmo de tudo.
Às vezes é bom se desapegar de alguns valores e agregar outros a esse ser tão mágico que é o ser humano, porque o que é importante andara conosco a vida toda e quem sabe “por mais cem anos”. Espero passageiros que a sua viagem seja espetacular e que nela você consiga guardar as lembranças que realmente são preciosas.
Boa Viagem!!!!!
Jéssica Brandão
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Recadinhos da Jéssica 1 Comment
Revolução em palavras:
Se alguém me perguntar porque eu coloquei esse nome no meu Blog, com certeza eu não saberei responder, a idéia que veio a minha mente é que se você quer melhorar ou modificar qualquer coisa, tem que se partir do pré-suposto que a palavra é a base de tudo: ela encanta, ela destrói, constói, aliena, alerta, e principalmente, ELA DESPERTA… Não se fala nem se descreve revolução. Ela simplesmente acontece!!!
Jéssica Brandão
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Crônica/Contos [2] Comments
O despertador tocou, o pai levantou, passou pelo quarto da filha, e antes de entrar no banheiro, perguntou:
- Você vai a escola hoje?
Ela ainda deitada sem fazer muito esforço, responde:
- Hoje não, o professor teve algum contratempo e não poderá dar aula.
O pai então entra no banheiro, toma o banho, faz a refeição, pega as chaves do carro, tranca a porta e sai para o trabalho. Ela rapidamente levanta, faz a higiene matinal, e ao dirigir-se à cozinha, ouve passos vindo da escada, imediatamente, corre até a sala e abre a porta, era finalmente quem tanto esperava: Ricardo.
O namorado amante entra na sala de visita, à agarra e à beija, ela empurra a porta. Desesperadamente, tira a roupa dele, ele retribui o desejo, seus corpos ardiam imensamente, a pele pedia pele e todo o ambiente observava tudo no mais profundo silêncio. A sala na qual estavam, gradualmente entrava em chamas, os dois trocavam carícias, o tato falava mais alto, as mãos deslizavam rapidamente à procura de algo que não conseguiam descrever, mas por um instante, toda a paixão se esfria, algo aconteceu… Ele congela quando ouve o barulho familiar, era um barulho de carro, e, o pior, era o barulho do carro de seu sogro a estacionar. Ela consegue perceber que passos estão a subir a escada e, rapidamente, recolhe as roupas jogadas ao chão, puxa o namorado amante pelo braço e o direciona ao banheiro. Sem perceber, a carteira dele cai, na correria, trancam-se e ligam o chuveiro. Enquanto isso, a porta da frente é aberta. O pai da menina entra em casa, pega um envelope em cima da mesa, passa pelo banheiro e diz:
- Esqueci um documento muito importante. Já estou indo. – anda um pouco, volta e comenta:
- Antes que eu esqueça, avise ao Ricardo que ele esqueceu a carteira ontem aqui.
Jéssica Brandão
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Histórias da vida [2] Comments
Esse sem dúvida é um dos sentimentos mais belos e mais enfraquecedor que um ser humano pode conhecer…
Amar e ser amado isso sim é revolução…
Jéssica Brandão
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Recadinhos da Jéssica [2] Comments
oi!
Tchau…
Desculpem mais as vezes eu preciso de uma soneca.
Jéssica Brandão
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Poetizando o cotidiano 1 Comment
Cansaso,
Descaso,
Escasso,
Pedaço,
As vezes tudo pode terminar no acaso.
Mudem os números das estatísticas!
Jéssica Brandão