Validade do diploma de jornalistas, as novas diretrizes do curso de jornalismo e a regulamentação da profissão foram algumas das questões discutidas nesta quarta-feira (12), às 9h30, no auditório Zélia Gattai do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge). O debate organizado pelo coordenador do curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo da Unijorge, Bernardo Carvalho, contou com a presença da presidente do Sindicato de Jornalistas da Bahia (Sindijorba), Kardé Mourão, o jornalista do grupo A Tarde, Ranulfo Bocaiúvas e o professor adjunto da Universidade do Recôncavo, Sérgio Matos.
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Foto de Jéssica Brandão

Foto de Jéssica Brandão

Há vários caminhos para a boa ventura.
Um deles é certo, porém;
permiti-me apresentá-lo.
Repousa no refletir do sol na água
às cinco e quarenta e cinco da tarde
no porto da Barra.

Caminhai, baianos,
segui por ele, turistas.
Fixai o olhar no círculo,
lá ao fundo, luminoso.
Ide a ele que vem a vós, pais e irmãos,
todo santo dia, cá na baía de todos os santos,
estes que vos abençoam
a caminhada por sobre as águas.
Não é preciso milagre,
somente que observeis o tapete alaranjado
duelando com o azul costumeiro
(aliás, cores não brigam,
apenas entram em contraste)
e andeis pelo brilho.

As seis horas são esperadas.
Movei-vos pela estrada, portanto,
que os cavalos-marinhos já vêm
enrolar o tapete, ao que se põe
o sol, não no horizonte,
mas atrás da ilha de Itaparica,
ao som das palmas que batem
os bons viajantes na areia
cada vez mais fina, desgastada
de emoção por tantos crespúsculos.

Poema publicado no Blog Das ideias de Caio Rudá: http://dasideiasdecaioruda.blogspot.com/

4%20adolescentesMesmo com acesso a tantas informações, os adolescentes do século XXI ainda tem algumas dificuldades em conversar com os pais sobre relacionamento amoroso. A globalização, responsável pelo intercâmbio de informações, aproxima cada vez mais os jovens da realidade sexual do mundo.
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Os textos “Pragmatismo e milagres de fé no extremo Ocidente” de Renato da Silveira, “Notícias da Bahia” e “Orixás” ambos de Pierre Verger, dialogam entre si numa costura tênue do tema identidade negra. No mundo contemporâneo, onde a formação identitária encontra-se fragmentada, o encontro das pessoas, classes e minorias com uma identidade na qual possam apoiar-se é fundamental. A primeira idéia proposta por Silveira (1988) é um exemplo real, do que Stuar Hall propõe no livro Identidade Cultural na Pós-Modernidade.
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A lei de imprensa instituída pelo governo militar de 1967 já não está mais em vigor, ainda bem, já que a mesma feria os princípios constitucionais de um sistema democrático como o do Brasil. A lei, da forma como ela existia, servia como forma de punição a jornalistas e veículos de comunicação que cometiam ofensa a moral e bons costumes do país. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), conseguiu no ano passado um liminar parcial para suspender os artigos da Lei de imprensa. Com a aprovação da emenda constitucional as penas para crimes cometidos pela imprensa passam a ser julgados pelos Códigos Penal e Civil, ou seja, a mesma lei aplicada para um cidadão comum passa a valer da mesma forma para os jornalistas. Desde o pedido da liminar, feita pelo deputado do PDT, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu primeiramente, 22 artigos.
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Até Deus concorda, o sistema carcerário do Brasil é uma verdadeira desgraça e a solução é o uso das penas e medidas alternativas. Não é por acaso, que a igreja católica, a igreja da inquisição, a mesma que perseguiu, matou, crucificou e viu na prisão uma oportunidade de fazer os criminosos se redimirem, defende na campanha da fraternidade deste ano, a utilização de medidas alternativas para a punição de pessoas que cometeram infrações de baixo potencial ofensivo.
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por Jéssica Brandão e Taiana Laiz

Do alto, mestre Bimba contempla o reconhecimento que tanto esperou na sociedade baiana. Tombada como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) no mês de julho de 2008, o título concedido pela instituição reconhece o ofício de mestre e professor de capoeira que não são formados em faculdades e universidades. “A capoeira e o capoeirista hoje, é um ser multifacetado. Temos desde o mestre velho analfabeto, o mestre doutor de universidade, até ao mestre honores causa em universidade estrangeira”, explica o professor de história e capoeirista do grupo Palmares Hanka Nogueira.
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Desculpe a todos pela postagem de hoje, mas o meu carinho transborda pela minha alma e eu não consigo evitar que tal homenagem apareça no blog…

São quase seis anos juntos e junto com eles se vão choros, ansiedade, felicidade, risos, brincadeiras e outras “cositas” mais…

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